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Obesidade x Qualidade de Vida

A obesidade e o sobrepeso são estabelecidos através do índice de massa corporal (IMC), que é determinado pelo cálculo da massa em quilos dividida pela estatura em metros ao quadrado, sendo que indivíduos que apresentam IMC > 24,9 são classificados como pessoas com sobrepeso, e os que apresentam IMC > 29,9 como obesos.

A Organização Mundial de Saúde classifica a obesidade como uma epidemia mundial. Estima-se que 60% a 65% dos adultos norte-americanos são classificados como obesos ou com sobrepeso, resultando em um gasto anual de 100 bilhões de dólares com o tratamento de doenças relacionadas ao excesso de peso como diabetes e hipertensão.

É extremamente paradoxal a discussão da obesidade em um país ainda em desenvolvimento como o nosso, onde existem pessoas que simplesmente passam fome, porém esta epidemia parece atingir-nos.

O quadro de obesidade é desenvolvido através da interação entre aspectos genéticos, comportamentais e psicológicos, mas apesar do evidente crescimento nas descobertas de fatores genéticos e psicológicos responsáveis pela obesidade, parece que os distúrbios ambientais são determinantes na potencialização da obesidade.

Estas alterações, que vão desde a diminuição das atividades diárias até um aumento no total de calorias ingeridas diariamente, estão relacionadas a um aumento do nível de estresse das pessoas e no total de horas diárias destinadas ao trabalho.

Todas estas mudanças comportamentais, que dificultam cada vez mais o controle do peso corporal são bastante preocupantes, pois tais alimentos apresentam altas taxas dos chamados ácidos graxos trans insaturados (AGTS).

A ingestão de AGTS está associada ao aumento do risco de doenças cardiovasculares pela elevação dos níveis das lipoproteínas de baixa densidade (LDL) e diminuição das lipoproteínas de alta densidade (HDL). Como resultado, ocorre um aumento da proporção do colesterol total em relação aos níveis de HDL. Relação essa que pode ser considerada como fator importante para o risco cardiovascular.

Por conta deste alarmante quadro, muitas são as campanhas de reeducação comportamental, contudo os institutos americanos de saúde constataram que a maioria dos programas de controle do sobrepeso trabalha com resultados em curto prazo, e que poucos apresentam sucesso efetivo.

Pensar em qualidade de vida é realizar uma reeducação comportamental, e principalmente, elaborar estratégias que sejam graduais, para que não se tornem extremamente estressantes e possam cumprir uma meta de manutenção em longo prazo.

Rafael Beker – Formado em Educação Fisica pela UFRJ e Especialista em Marketing pela Unesa.

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